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Imprensa / Press Releases

Medidas do Acordo de Paris são inviáveis e irrealistas

"Medidas de Acordo de Paris são inviáveis e irrealistas"
 

Rafael Campos Pereira Vice-presidente da associação que representa a indústria metalúrgica, a mais exportadora do país, mostra-se céptico em relação às metas de redução de emissões poluentes para 2030.

in Público, 25.10.2019
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Empresários pedem estabilidade governativa e menos impostos

Empresários pedem estabilidade governativa e menos impostos

Descer impostos é a receita pedida ao novo Governo

in Jornal de Negócios, 09.10.2019
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Metalurgia a caminho de novo máximo histórico

Exportações cresceram 6,6% nos primeiros seis meses do ano e ultrapassam os 10,2 mil milhões de euros. Procura alemã em alta, afasta sinais de crise
 
As ameaças de abrandamento das principais economias europeias não se fazem sentir junto das empresas de metalurgia e metalomecânica. Pelo contrário. A indústria portuguesa fechou o primeiro semestre com as exportações a crescerem 6,6% para um total de 10,2 mil milhões de euros, sendo que a Alemanha foi o mercado com o maior reforço absoluto, seguido da Espanha e da Itália. Aliás, as vendas para a União Europeia subiram 8,4%, para um total de 8,5 mil milhões de euros. Foi nos mercados extracomunitários, e em especial na China e nos EUA, que o sector foi mais penalizado. Efeitos da guerra comercial declarada pelos Estados Unidos à China.

In Dinheiro Vivo, 02.09.2019
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Economia circular na indústria metalúrgica e metalomecânica

Ao invés de um processo de simples reciclagem dos materiais, o objectivo passa por que os mesmos sejam sucessivamente devolvidos ao ciclo produtivo tendo em vista a sua recuperação e reutilização.

Nos últimos 10 anos o sector metalúrgico e metalomecânico nacional exibiu uma fulgurante trajectória de crescimento, assumindo uma importância incontornável na economia portuguesa e revelando números notáveis em todos os indicadores.

in Jornal de Negócios, 06.08.2019

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Exportações: metalurgia cresce o dobro da média nacional, calçado sofre

Não há abrandamento económico que pare a indústria metalúrgica e metalomecânica. O campeão das exportações, que sozinho assegura 23% das vendas externas da indústria transformadora, destinou, nos primeiros quatro meses do ano, 6747 milhões de euros ao exterior, o que representa um aumento de 9% face a igual período do ano passado, mais do dobro da média nacional, que se ficou pelos 4,36%. Só as vendas para a Alemanha cresceram 14,3%, impulsionadas pela indústria automóvel. Em sentido contrário estão os negócios com os Estados Unidos e a China, a cair, respetivamente, 16,3% e 58,7%, com o metal nacional a ser apanhado nas malhas da guerra comercial entre os dois países.

"As exportações estão a crescer muito bem, em termos globais, e menos bem fora da União Europeia, onde estamos a sentir os efeitos colaterais da guerra comercial e das políticas restritivas de Donald Trump. Mas esta é uma situação que parece estar para durar, já que tudo indica que poderá ser reeleito", diz o vice-presidente da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins (AIMMAP). Mas como os Estados Unidos são um "mercado incontornável", e as empresas "não fazem política", não há outra alternativa, diz Rafael Campos Pereira, que não seja "manterem-se resilientes". O papel da associação é ajudá-las a entrar no mercado e, por isso, em setembro do próximo ano, haverá, pela primeira vez, uma delegação de empresas portuguesas a expor na IMTS, feira de tecnologia para a indústria, em Chicago.

Rafael Campos Pereira destaca, ainda, a "trajetória notável" do mercado italiano, no qual as exportações da metalurgia e metalomecânica cresceram 41,3% desde o início do ano. A explicação está numa certa desindustrialização italiana, que compra em Portugal "peças técnicas para todo o tipo de indústria e de produtos de consumo que passaram a ser comprados fora em vez de produzidos internamente".

Um fenómeno também sentido pela indústria têxtil e do vestuário (ITV), que está a crescer 6,1% no mercado italiano desde o início do ano. "Itália foi perdendo a sua fileira estruturada e orientada para a inovação e já não oferece às grandes marcas que tem a lógica de engenharia de produto que encontram em Portugal, que está a ganhar um estatuto de nova Itália, enquanto criador de têxteis inovadores e de soluções de serviço", diz Paulo Vaz, diretor-geral da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP). No total, as exportações da ITV estão em linha com o ano anterior - + 0,2% -, embora com performances distintas por subsetores. Os têxteis crescem 2,7%, enquanto o vestuário e os têxteis-lar recuam 0,4% e 2,4%, respetivamente. Ao contrário da indústria metalúrgica, é nos mercados extracomunitários que as vendas da ITV nacional estão a portar-se melhor, com crescimentos de dois dígitos. Os Estados Unidos, por exemplo, cresceram mais de 16% e o Canadá 28,8%.

"A economia americana continua de boa saúde, apesar do senhor Trump ou por causa dele. Na verdade, a economia reage àquilo que são os estímulos de uma política mais amiga dos negócios e da iniciativa privada com grande pujança", destaca Paulo Vaz, que admite ser difícil antecipar como vai comportar-se o ano. "Não consigo definir tendências. Desde o início do ano tivemos dois meses de crescimento, um de queda abrupta e outro de recuperação, não sei o que vai acontecer daqui em diante. As empresas têm de estar atentas e não serem complacentes. Tem de saber ler os sinais dos mercados, ser mais exigentes com a sua própria gestão, diversificarem destinos e terem mais atenção ao comércio eletrónico", refere, sublinhando: "Este não é um negócio para amadores, cada vez mais é para profissionais."

Na fileira da madeira e do mobiliário, as exportações crescem 3%, mas as importações avançam 6%. Em causa está, sobretudo, a falta de matéria-prima para dar resposta ao crescimento das exportações dos restantes setores, obrigando à sua importação para o fabrico de embalagens de madeira, por exemplo. O que acaba por ser, também, uma forma de exportação indireta, lembra Vítor Poças, presidente da associação das madeiras, a AIMMP. Por outro lado, a retoma do setor imobiliário e a "crescente concorrência" asiática ajuda a explicar o aumento das importações de mobiliário, refere o dirigente empresarial. Que lembra que o saldo da balança comercial se manteve sempre positivo entre 2010 e 2018, com as exportações a crescerem mil milhões de euros neste período contra os 500 milhões das importações.

A crescer, embora a um ritmo menor do que o habitual, está, também, a cortiça, que em 2018 atingiu o seu máximo histórico, ultrapassando os mil milhões de vendas ao exterior. Neste ano, "ainda é cedo" para fazer avaliações, diz João Rui Ferreira, presidente da APCOR. As rolhas asseguram 71% das vendas do setor e este é um mercado com uma décalage significativa face à vindima. Ou seja, os vinhos são engarrafados, no mínimo, um a dois anos depois da sua produção. E 2017 foi "o ano da colheita de vinho mais pequena em todo o mundo desde a II Guerra Mundial", o que penaliza as vendas, reconhece João Rui, pelo que, o crescimento, mesmo que apenas de 2,2%, nos primeiros quatro meses do ano, é visto como "extremamente positivo".

O calçado não tem igual sorte. As exportações estão a cair 8,9%, apesar do crescimento nos Estados Unidos e no Japão, de 7% e 7,5%, respetivamente, e das vendas para a China, que mais do que duplicaram face ao ano anterior. A questão é que mais de 85% do valor gerado pelo setor é obtido nos mercados comunitários, que estão, generalizadamente, em queda. "Não é uma questão só nossa, é um cenário visível um pouco por toda a Europa. Sentimos que o mercado está a mudar e o setor do retalho está a passar por uma fase de ajustamento, sobretudo no centro da Europa, que levou ao fecho de quase um milhar de sapatarias tradicionais nos últimos anos", diz o diretor de comunicação da associação do calçado, a APICCAPS.

A isto junta-se o crescimento do comércio online, mas também as questões climatéricas, com uma série de estações atípicas que "têm penalizado" as vendas de calçado. Mas não só. Há também a questão do preço das matérias-primas. "O preço do couro recuou 30% nos mercados internacionais nos últimos cinco anos, o que ajuda a explicar alguma redução no preço médio do calçado português", defende Paulo Gonçalves. Que invoca, ainda, as alterações do padrão de consumo, com o calçado desportivo a ganhar primazia sobre os sapatos clássicos, que dominavam a oferta nacional. O que significa que "a indústria portuguesa conseguiu crescer 5% ao ano num período em que teve de se reformular completamente". Olha, por isso, para os números de 2019 com "alguma tranquilidade". "Nem de outra forma poderia ser. Continuamos a fazer o nosso trabalho de casa, com ações de prospeção, e queremos reforçar a presença nos EUA e no Canadá, bem como no Sudeste Asiático, onde acreditamos que há margem de crescimento", frisa Paulo Gonçalves.

in Dinheiro Vivo, 23.06.2019
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Exportações portuguesas de metalurgia e metalomecânica batem recorde em 2018

As exportações do setor metalúrgico e metalomecânico aumentaram 11,3% para 18.334 milhões de euros, em 2018 face a 2017, atingindo "a melhor marca de sempre", divulgou hoje a associação setorial.

"Se o ano anterior já tinha sido o melhor de sempre, este ano pulverizou todas as expectativas", afirmou o vice-presidente da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) em declarações à agência Lusa.

Segundo Rafael Campos Pereira, este desempenho "não é um fogacho", mas o resultado de "um trabalho consistente que tem vindo a ser feito ao longo dos últimos anos pelas empresas do setor, que investiram fortemente em qualidade, fatores de diferenciação, inovação e formação dos recursos humanos, posicionando-se junto de empresas de referência e nos mercados mais exigentes".

"Trabalhamos neste momento para um conjunto diversificado de setores, desde a indústria ferroviária, automóvel, aeroespacial e química até à própria indústria metalomecânica europeia, e também para o consumo e distribuição, nalguns dos nossos subsetores", destacou.

"Tem sido uma evolução consistente e muito particularmente nos mercados mais importantes e de maior valor acrescentado, designadamente Alemanha, Espanha, França e Reino Unido", acrescentou.

Segundo os dados da AIMMAP, para o crescimento registado em 2018 em "muito contribuíram" as exportações do mês de dezembro, que registaram um crescimento homólogo de 20,5%, para 1.418 milhões de euros.

"Foi o melhor mês de dezembro da história desta indústria, o que contribuiu para se ter atingido a marca de 28 meses consecutivos a suplantar os mil milhões de euros em exportações", destaca.

Responsável por cerca de 18% do Produto Interno Bruto (PIB) português, o setor teve em Espanha, Alemanha e França os seus três principais mercados, onde manteve um "elevado crescimento", sendo que "mesmo o Reino Unido continuou a evoluir positivamente, resistindo à incerteza quanto ao 'Brexit'", nota a AIMMAP.

Rafael Campos Pereira enfatiza ainda o "extraordinário crescimento" no mercado Italiano, que subiu mais de 70% face ao ano anterior e ocupa agora o quinto lugar do 'ranking' dos principais mercados.

Adicionalmente, salienta o "bom desempenho" do mercado americano, onde diz ter sido "possível fazer face às políticas restritivas da administração norte-americana e às consequências da guerra comercial com a China", mantendo um crescimento quase residual, mas sem cair, consolidando.

Abrangendo desde as cutelarias à loiça, máquinas e equipamento de transporte automóvel e aeronáutico, a indústria da metalurgia e metalomecânica é, segundo nota a AIMMAP, um setor "mais exposto às flutuações dos mercados internacionais", devido ao seu "elevado grau de internacionalização".

Neste contexto, "a diversificação de mercados é a estratégia segura para minimizar os riscos da dependência de um número reduzido de mercados", pelo que a atual estratégia de internacionalização promovida pela associação se propõe "consolidar a presença em alguns mercados e conquistar uma posição relevante em novos mercados".

"Este programa de internacionalização vai contribuir para melhorar o posicionamento global do METAL PORTUGAL e para elevar a perceção de qualidade e inovação deste setor num mundo cada vez mais global e competitivo", refere, adiantando que "pretende-se valorizar internacionalmente as empresas e a oferta nacional e demonstrar a tecnologia avançada em Portugal, posicionando as empresas do METAL PORTUGAL no mapa de fornecedores mundiais qualificados de importantes indústrias e 'clusters'".

Segundo o vice-presidente da AIMMAP, as perspetivas para 2019 são, por isso, de manutenção do crescimento, sendo para tal importante que "se mantenham as atuais políticas do Banco Central Europeu, com taxas de juro baixas e alguma estabilidade", e também que uma aposta na qualidade, inovação e diferenciação, designadamente por via da digitalização, "compense a desaceleração da economia".

"Temos que ter uma agenda forte na área da digitalização, é importante que as nossas empresas continuem a acrescentar ainda mais valor à sua oferta e, nesse sentido, é muito importante que o Governo invista na digitalização e estimule as empresas nessa área. Não para a redução de postos de trabalho, mas para aumentar os perfis profissionais com maior substância e densidade tecnológica e, logo, com salários mais altos", sustentou Rafael Campos Pereira.

Em termos de mercados, a AIMMAP pretende manter o foco nos atuais maiores clientes - Alemanha, França e Espanha , mas o dirigente associativo avisa as empresas que "vão ter também que começar a apostar noutros mercados onde, nos últimos anos, o setor não cresceu, como é o caso do Brasil ou da China".

in Diário de Noticias, 17.02.2019
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Exportações portuguesas de metalurgia e metalomecânica batem recorde em 2018

“Se o ano anterior já tinha sido o melhor de sempre, este ano pulverizou todas as expectativas”, afirmou o vice-presidente da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP).

As exportações do setor metalúrgico e metalomecânico aumentaram 11,3% para 18.334 milhões de euros, em 2018 face a 2017, atingindo “a melhor marca de sempre”, divulgou hoje a associação setorial.

“Se o ano anterior já tinha sido o melhor de sempre, este ano pulverizou todas as expectativas”, afirmou o vice-presidente da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) em declarações à agência Lusa.

Segundo Rafael Campos Pereira, este desempenho “não é um fogacho”, mas o resultado de “um trabalho consistente que tem vindo a ser feito ao longo dos últimos anos pelas empresas do setor, que investiram fortemente em qualidade, fatores de diferenciação, inovação e formação dos recursos humanos, posicionando-se junto de empresas de referência e nos mercados mais exigentes”.

“Trabalhamos neste momento para um conjunto diversificado de setores, desde a indústria ferroviária, automóvel, aeroespacial e química até à própria indústria metalomecânica europeia, e também para o consumo e distribuição, nalguns dos nossos subsetores”, destacou.

“Tem sido uma evolução consistente e muito particularmente nos mercados mais importantes e de maior valor acrescentado, designadamente Alemanha, Espanha, França e Reino Unido”, acrescentou.

Segundo os dados da AIMMAP, para o crescimento registado em 2018 em “muito contribuíram” as exportações do mês de dezembro, que registaram um crescimento homólogo de 20,5%, para 1.418 milhões de euros.

“Foi o melhor mês de dezembro da história desta indústria, o que contribuiu para se ter atingido a marca de 28 meses consecutivos a suplantar os mil milhões de euros em exportações”, destaca.

Responsável por cerca de 18% do Produto Interno Bruto (PIB) português, o setor teve em Espanha, Alemanha e França os seus três principais mercados, onde manteve um “elevado crescimento”, sendo que “mesmo o Reino Unido continuou a evoluir positivamente, resistindo à incerteza quanto ao ‘Brexit’”, nota a AIMMAP.

Rafael Campos Pereira enfatiza ainda o “extraordinário crescimento” no mercado Italiano, que subiu mais de 70% face ao ano anterior e ocupa agora o quinto lugar do ‘ranking’ dos principais mercados.

Adicionalmente, salienta o “bom desempenho” do mercado americano, onde diz ter sido “possível fazer face às políticas restritivas da administração norte-americana e às consequências da guerra comercial com a China”, mantendo um crescimento quase residual, mas sem cair, consolidando.

Abrangendo desde as cutelarias à loiça, máquinas e equipamento de transporte automóvel e aeronáutico, a indústria da metalurgia e metalomecânica é, segundo nota a AIMMAP, um setor “mais exposto às flutuações dos mercados internacionais”, devido ao seu “elevado grau de internacionalização”.

Neste contexto, “a diversificação de mercados é a estratégia segura para minimizar os riscos da dependência de um número reduzido de mercados”, pelo que a atual estratégia de internacionalização promovida pela associação se propõe “consolidar a presença em alguns mercados e conquistar uma posição relevante em novos mercados”.

“Este programa de internacionalização vai contribuir para melhorar o posicionamento global do METAL PORTUGAL e para elevar a perceção de qualidade e inovação deste setor num mundo cada vez mais global e competitivo”, refere, adiantando que “pretende-se valorizar internacionalmente as empresas e a oferta nacional e demonstrar a tecnologia avançada em Portugal, posicionando as empresas do METAL PORTUGAL no mapa de fornecedores mundiais qualificados de importantes indústrias e ‘clusters’”.

Segundo o vice-presidente da AIMMAP, as perspetivas para 2019 são, por isso, de manutenção do crescimento, sendo para tal importante que “se mantenham as atuais políticas do Banco Central Europeu, com taxas de juro baixas e alguma estabilidade”, e também que uma aposta na qualidade, inovação e diferenciação, designadamente por via da digitalização, “compense a desaceleração da economia”.

“Temos que ter uma agenda forte na área da digitalização, é importante que as nossas empresas continuem a acrescentar ainda mais valor à sua oferta e, nesse sentido, é muito importante que o Governo invista na digitalização e estimule as empresas nessa área. Não para a redução de postos de trabalho, mas para aumentar os perfis profissionais com maior substância e densidade tecnológica e, logo, com salários mais altos”, sustentou Rafael Campos Pereira.

Em termos de mercados, a AIMMAP pretende manter o foco nos atuais maiores clientes – Alemanha, França e Espanha –, mas o dirigente associativo avisa as empresas que “vão ter também que começar a apostar noutros mercados onde, nos últimos anos, o setor não cresceu, como é o caso do Brasil ou da China”.

in Jornal Económico, 19.02.2019
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O sector da metalurgia precisa de 25 mil trabalhadores especializados. Os empresários apelam a um sistema mais simples e rápido para a legalização e fixação de trabalhadores estrangeiros em Portugal.

“As empresas têm sentido uma grande falta de mão de obra nos últimos tempos”, diz à Renascença a diretora-geral da Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), Mafalda Gramaxo.

“As empresas estão preocupadíssimas porque têm crescido e têm a possibilidade de crescer ainda mais, mas para isso precisam de trabalhadores qualificados e, neste momento, em Portugal sente-se uma necessidade muito grande e uma falta de mão de obra qualificada. Estimamos que faltam 25 mil trabalhadores”, sublinha Gramaxo.

A solução está no estrangeiro porque em Portugal todos os formandos acabam por conseguir emprego.

As empresas do sector têm absorvido os portugueses que têm regressado da Venezuela, mas também imigrantes oriundos do Brasil e de outros países de língua oficial portuguesa.

A AIMMAP apela a um sistema mais simples e rápidos destes trabalhadores estrangeiros: “Estamos a tentar chamar à atenção para as entidades públicas responsáveis criarem mecanismos de simplificação, com as devidas seguranças, para que os trabalhadores possam ser legalizados e possam começar a trabalhar de forma mais rápida, porque, entre o momento em que uma empresa precisa de admitir um trabalhador e o momento em que ele está regularizado para ser admitido, vai um tempo grande, e isso não se compadece com a necessidade de produção e de entrega aos clientes das encomendas.”

In Rádio Renascença, 07.02.2019

 

Metalurgia precisa de 25 mil trabalhadores

O sector da metalurgia precisa de 25 mil trabalhadores especializados. Os empresários apelam a um sistema mais simples e rápido para a legalização e fixação de trabalhadores estrangeiros em Portugal.

“As empresas têm sentido uma grande falta de mão de obra nos últimos tempos”, diz à Renascença a diretora-geral da Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), Mafalda Gramaxo.

“As empresas estão preocupadíssimas porque têm crescido e têm a possibilidade de crescer ainda mais, mas para isso precisam de trabalhadores qualificados e, neste momento, em Portugal sente-se uma necessidade muito grande e uma falta de mão de obra qualificada. Estimamos que faltam 25 mil trabalhadores”, sublinha Gramaxo.

A solução está no estrangeiro porque em Portugal todos os formandos acabam por conseguir emprego.

As empresas do sector têm absorvido os portugueses que têm regressado da Venezuela, mas também imigrantes oriundos do Brasil e de outros países de língua oficial portuguesa.

A AIMMAP apela a um sistema mais simples e rápidos destes trabalhadores estrangeiros: “Estamos a tentar chamar à atenção para as entidades públicas responsáveis criarem mecanismos de simplificação, com as devidas seguranças, para que os trabalhadores possam ser legalizados e possam começar a trabalhar de forma mais rápida, porque, entre o momento em que uma empresa precisa de admitir um trabalhador e o momento em que ele está regularizado para ser admitido, vai um tempo grande, e isso não se compadece com a necessidade de produção e de entrega aos clientes das encomendas.”

in Rádio Renascença, 07.02.2019
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Metal é o maior, mas está estagnado

O sector do metal e metalurgia é o maior exportador nacional para o Reino Unido. O crescimento dos últimos anos estava a ser exponencial. Aquele era o mercado em que “havia mais expectativas”.

Nos primeiros 11 meses de 2018, houve uma redução de vendas de 0,2%, em relação a 2017, que tinha sido um ano de grande crescimento.
“O crescimento estava a ser muito significativo. Houve uma desaceleração, mas não chegou a cair”, diz o diretor-geral da associação do setor, a AIMMAP, Rafael Campos Pereira.

In Rádio Renascença, 15.01.2019

Las organizaciones empresariales metalúrgicas de Galicia y Portugal comparten la preocupación por la falta de personal cualificado

La Federación Luso Galaica de Industriales Metalúrgicos (Feluga) ha renovado los miembros de su junta directiva, nombrando como nuevo presidente a Justo Sierra, en representación de Asime.

La Federación Luso Galaica de Industriales Metalúrgicos (Feluga) está integrada por las dos organizaciones empresariales metalúrgicas principales de Galicia y Portugal: la gallega Asime y la portuguesa AIMMAP. La federación tiene como objetivo principal la colaboración y cooperación entre empresas para potenciar la industria metalúrgica de la Eurorregión Galicia-Norte de Portugal.

In economiaingalicia.com, 19.12.2018

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Galicia y Portugal buscan 28.000 operarios para el sector metal

Los empresarios del sector del metal de Galicia y Portugal, agrupados en la Federación Lusogalaica de Industriales Metalúrgicos (Feluga), realizarán acciones coordinadas para afrontar su principal reto durante los próximos años: conseguir mano de obra especializada. Estiman en unos 28.000 los trabajadores que se necesitan, 3.000 de ellos en Galicia y 25.000 en Portugal. Y es que el sector está repuntando, según los empresarios, que cifran entre un 2 y un 5 % el crecimiento de su actividad para este año a punto de concluir.

In La Voz, 19.12.2018

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El sector del metal busca 28.000 empleados em Galicia Y Portugal

La industria metalúrgica lusa busca en Venezuela y en excolonias los más de 25.000 obreros que precisa

In Faro de Vigo, 18.12.2018

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Empresarios del metal de Galicia y Portugal trabajarán coordinadamente para paliar el déficit de mano de obra

Los empresarios del sector metal de Galicia y Portugal, agrupados en la Federación Luso Galaica de Industriales Metalúrgicos (Feluga), han acordado iniciar acciones coordinadas para afrontar su "principal reto" para los próximos años, que no es otro que paliar el déficit de personal cualificado y no cualificado, y que cifran en unos 28.000 operarios (más de 25.000 se corresponden a la necesidad del sector luso).

In Galicia Press, 18.12.2018

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Portugal cifra en 25.000 necesidad de trabajadores cualificados para el metal

La patronal portuguesa del metal cifra en unos 25.000 operarios la necesidad del sector de ese país de trabajadores cualificados.

Así lo ha trasladado el presidente de la AIMMAP, Aníbal Campos, en el marco de la reunión en Vigo de la junta directiva y de la asamblea general de la Federación Luso Galaica de Industriales Metalúrgicos (Feluga), informó Asime en un comunicado.

Campos ha advertido de que si Portugal no es capaz de atraer a trabajadores cualificados al sector metalúrgico y metalmecánico, "vamos a tener problemas realmente graves en un futuro".

El presidente de la patronal gallega, Asime, Justo Sierra, que hoy ha sido nombrado nuevo presidente de Feluga, ha hecho hincapié en que la necesidad de personal formado es una necesidad compartida a ambos lados de la frontera.

Por eso, ha hecho votos por afrontar esta problemática de una forma "conjunta y coordinada" en busca de soluciones que puedan ser implementadas en Galicia y en Portugal, como "socios estratégicos" que son.

Sierra ha abundado en "la conveniencia de colaborar" con los colegas lusos para fortalecer su capacidad de internacionalización y su competitividad.

In Finanzas.com, 18.12.2018

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EMAF com recorde de participação internacional

Setor metalúrgico e metalomecânico vale 19 mil milhões de euros.

In Jornal Vida Económica, 16.11.2018

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Metal português em destaque na Suécia

Portugal vai estar representado durante três dias com 19 empresas ligadas ao sector metalúrgico, na ELMIA Subcontractor, a mais importante feira de todo o Norte da Europa de subcontratação industrial que termina a 16 de Novembro.

In construir.pt, 15.11.2018

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Portugalglobal entrevista Aníbal Campos, Presidente da Direção da AIMMAP

Portugalglobal entrevista Aníbal Campos, Presidente da Direção da AIMMAP

In PortugalGlobal, Ed. nº 114, novembro 2018

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Uma decepção que infelizmente já não surpreende

Ponto de vista por Rafael Campos Pereira, Vice-presidente executivo da AIMMAP
 
Apesar de, ano após ano, continuarmos ingenuamente a iludir-nos com a expectativa de boas notícias, já estamos em todo o caso absolutamente preparados para indiferença com que a actual maioria encara as empresas e a ecnomomia quando prepara as propostas de lei do Orçamento do Estado.

In Jornal de Negócios, 17.10.2018

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Metalomecânica prevê exportar 19 mil milhões em 2018

A AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal anunciou vendas de 11.231 milhões de euros nos primeiros sete meses deste ano, um cresceiumento de 18,6% face ao período homólogo.

In Jornal Económico, 29.09.2018

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Metalurgia cresce 16% com mais de uma década de recordes

As expectativas são para que o ano encerre acima dos 19 mil milhões. Agroindústria, vinhos, cortiça, têxtil e madeiras também crescem.

A campeã das exportações continua em alta e, tudo indica, caminha para o seu décimo primeiro ano consecutivo de vendas recorde ao exterior. No primeiro semestre do ano, as empresas de metalurgia e metalomecânica exportaram 95556 milhões de euros, mais 16% do que em 2017, o que permite antecipar que o sector encerre o ano a ultrapassar os 19 mil milhões de euros exportados.

In dinheirovivo.pt, 02.09.2018

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Norte tem 61 milhões para pós-crise tecnológico

O Norte 2020 apoia os primeiros volumes de investimento para atualizar linhas de produção. Mas faltam mãos preparadas.

In dinheirovivo.pt, 26.08.2018

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Indústrias metalúrgicas precisam de mais 25 mil trabalhadores

O setor regista crescimentos consegutivos nas exportações mas a falta de mão-de-obra pode condicionar o futuro.

A indústria metalúrgica e metalomecânica necessita de 25 mil trabalhadores, apesar de, no ano passado, ter criado 18 novos postos de trabalho, alerta Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da Associação dos Industriais Metalúrgicos e Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP).

In dinheirovivo.pt, 26.08.2018

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Angola já não é um eldorado para Portugal

O país representa apenas 2,5% das exportações portuguesas de bens, quando já chegou a pesar mais de 7%.

Angola já não é o que era. Assim se pode resumir a importância do país para a economia portuguesa, em particular no que toca às exportações, numa altura em que o Governo de João Lourenço está a anegocia um programa económico apoiado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

In Jornal Expresso Angola, 24.08.2018

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Há quase dois anos a exportar mais de mil milhões por mês

Vendas as exterior cresceram 14,9% em maio, tornando este o segundo melhor mês de sempre da indústria.

A indústria metalúrgica e metalomecânica exportou, em maio, 1.692 milhões de euros, o seu segundo melhor resultado de sempre, só suplantado pelos 1.696 milhões atingidos em novembro de 2017. O valor de maio, que representa um crescimento homólogo de 14,9%, corresponde ao vigésimo primeiro mês consecutivo em que as exportações do setor suplantaram os mil milhões de euros.

in Dinheiro vivo online, 26.07.2018

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Exportações portuguesas na indústria do metal disparam 17% até maio

Setor teve o segundo melhor mês de sempre, com quase 1.700 milhões em exportações só no mês de maio. Ao Observador, AIMMAP diz que crescimento vai continuar mas na reta final do ano poderá abrandar.

In Observador.pt, 26.07.2018

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Exportações na metalurgia vivem em Maio o segundo melhor mês de sempre

As vendas para os países da União Europeia são os principais motores de um crescimento que está a superar as melhores expectativas.

In publico.pt, 26.07.2018

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Atrasos de 250% nos concursos do Portugal 2020

Consultores denunciam derrapagem de prazos. E os industriais metalúrgicos alertam para fraca execução deste quadro comunitário

in Jornal Expresso, de 22.07.2018

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AIMMAP adere ao compromisso Pagamento Pontual

A AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal – aderiu ao compromisso Pagamento Pontual, iniciativa da ACEGE – Associação dos Empresários e Gestores Cristãos e que teve a participação de mais de 4 dezenas de associados.

In Jornal Vida Económica, 22.06.2018

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Alterações à lei laboral não são oportunas

Nenhuma das alterações à lei laboral, que vão ser votadas no Parlamento, é oportuna ou conveniente – considera Rafael Campos Pereira.
“Preferíamos que não tivesse havido neste momento nenhuma alteração da legislação laboral, porque interessa estabilizar o quadro legal. Mas, tendo em conta que houve um acordo entre as partes, devemos respeitá-lo”, acrescenta o vice-presidente executivo da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal.

In Jornal Vida Económica, 22.06.2018

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Governo vai reduzir burocracia da formação profissional

A contratação de formadores pelos centros protocolares de formação profissional vai deixar de estar sujeito à autorização prévia do ministro das Finanças - afirmou António Costa.

In Jornal Vida Económica, 18.05.2018

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Maior exportador precisa de mais formação

A metalurgia e a metalomecânica estão a ganhar mais peso na economia nacional, mas mesmo com a marca Metal Portugal, ainda precisa de se tornar mais sexy e atrair mais jovens.

In Jornal Expresso, 18.05.2018

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António Costa: É justo e devido prestar homenagem ao primeiro sector exportador português

O primeiro-ministro esteve esta tarde, no Porto, a encerrar a conferência que a Associação dos Industriais Metalúrgicos e Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) organizou, em parceria com o Expresso, onde friou a importância desta indústria na economia nacional.

In Jornal Expresso, 15.05.2018

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António Costa diz que a indústria metalomecânica é o principal setor exportador do país

António Costa considera que o setor da indústria metalomecânica é "absolutamente crucial" para o futuro do país, mas alertou para a falta de mão de obra qualificada.

in Observador, 15.05.2018

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Conferência da indústria metalúrgica e metalomecânica destaca inovação

A relevância da inovação no setor é um dos temas em destaque na conferência da indústria nacional metalúrgica e metalomecânica, que hoje, dia 15 de maior, irá decorrer na Fundação de Serralves, no Porto.

In Jornal Económico, 15.05.2018

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A cibersegurança é uma prioridade

Temos de encarar a cibersegurança como uma verdadeira prioridade, afirmou à Vida Económica, Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP.

in Jornal Vida Económica, 09.03.2018

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Indústria nacional na expectativa

Os EUA são um alvo cada vez mais importante para o metal português.
O alarme ainda não soou, mas todos os olhos estão lá

in jornal Expresso, 10.03.2018

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Metal português cresce... apesar do Brexit, de Trump e da falta de mão de obra

O vice-presidente da associação que representa a Metal Portugal esteve no Almoco TSF para falar das taxas alfandegárias que os Estados Unidos querem aplicar às importações de aço e alumínio.

in TSF online, 13.03.2018

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Há cada vez mais pequenas empresas a exportar

Há cada vez mais pequenas empresas a exportar, afirmar Rafael Campos Pereira, adiantando que as "nossas empresas vão exportar ainda mais em 2018"

in Jornal Vida Económica, 23.03.2018

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Metalurgia e metalomecânica com aumentos salariais de 2,2%

AIMMAP e SINDEL renovam CCT

In Vida Económica, 06.04.2018

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Campeão das exportações sobre salários e garante progressão na carreira

A tabela salarial na indústria do metal sobe 2,2% nos principais escalões e acima disso nos níveis mais baixos para garantir valor superior ao salário mínimo nacional. Patrões querem "sector mais atractivo" e "partilhar os bons resultados com os trabalhadores."

in Jornal de Negócios, 03.04.2018

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Alterações nos contratos a termo podem prejudicar trabalhadores

AIMMAP "chumba" proposta do Governo

in Jornal Vida Económica, 29.03.2018

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Portugal com 60 empresas na Global Industrie

Ministro dos Negócios Estrangeiros e secretário de Estado da Internacionalização visitam esta quinta-feira a maior feira de subcontratação industrial.

in dinheiro vivo, 29.03.2018

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Metal português teme nova vaga proteccionista

Alargamento das novas restrições aos produtos transformados pela indústria portuguesa poria em risco 540 milhões de euros de exportações

in Jornal de Negócios, 09.03.2018

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Metalurgia ainda em sem sinais de alarme de clientes nos EUA

A economia real trabalha em tempo muito diferente dos soundbites politicos e, por isso, os empresários da área metalúrgica em Portugal, que têm nos Estados Unidos o quinto mercado mais importante do sector,...

in Jornal Público, 07.03.2018

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Ameaça de Trump vai afectar o metal português? Depende

O Presidente dos Estados Unidos promete avançar com tarifas aduaneiras sobre as importações de aço e alumínio. A decisão já mereceu a condenação internacional: pode lançar uma guerra comercial.

in Jornal Público, 05.03.2018

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Excesso de normas prejudica relações laborais

Rafael Campos Pereira, Vice-Presidente Executivo da AIMMAP em entrevista ao jornal Vida Económica defende diágolo na concertação social

in Jornal Vida Económica, 02.03.2018

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Faltam 28 mil trabalhadores nas empresas da metalurgia

A máquina exportadora precisa de mais trabalhadores

As empresas do sector da metalurgia e metalomecânica têm urgência em preencher 28 mil postos de trabalho, e há novas empresas a chegar a Portugal a agravar a situação.
Investimento público em inovação e formação é a resposta, mais a médio do que a curto prazo.

in Público, 29.01.2018

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Patrões e sindicatos unidos em defesa da qualificação

Revolução tecnológica obriga a agir hoje para tentar antecipar as profissões do futuro, recomenda o Comité Económico e Social

in Diário de Noticias online, 28.01.2018

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Empregado precisa-se

Há anúncios de emprego que ficam por preencher. Em determinados sectores, os empresários estão desesperados porque não encontram qualificados para algumas funções. A situação está a atrasar investimentos e há encomendas recusadas ou com entrega adiada por não haver capacidade de resposta. O que está a falhar?

in Jornal de Negócios, 26.01.2018

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